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Estudante do Câmpus Bragança Paulista fica em 2º lugar em Hackathon promovido pela Transparência Brasil

Criado: Terça, 10 de Abril de 2018, 10h27 | Publicado: Terça, 10 de Abril de 2018, 10h27

hackathonMatheus mar2018

Entre os dias 10 e 11 de março, nos dias 10 e 11, o estudante Matheus Mendes, do 3º ano do curso Técnico Integrado em Informática, conquistou o 2º lugar com sua equipe (foto) no Hackathon Tá de Pé, promovido pela Transparência Brasil e realizado no Google Campus São Paulo.

Um hackathon é uma maratona de desenvolvimento organizado por instituições que buscam encontrar soluções, assim recrutando vários desenvolvedores e pessoas de variados perfis para colaborarem. A partir dos problemas evidenciados pela organização do evento, esperava-se que cada time apresentasse ao final do evento em um pitch de 5 minutos a solução desenvolvida. 

O Tá de pé é um aplicativo de impacto social que propõe ao usuário que ele fiscalize obras de escolas atrasadas em sua região, e possa alertar o atraso através de fotos - que são analisadas por engenheiros. Se for confirmado o atraso a esquipe responsável pelo aplicativo se encarrega de alertar os órgãos competentes para cobrar o atraso. Com base neste projeto o objetivo durante o Hackathon Tá de Pé era desenvolver soluções que: 

  • Diminuíssem o custo do usuário para fazer os alertas (combustível até o local, tempo, etc.)
  • Aumentasse a permanência do usuário na aplicação  
  • Facilitasse o engajamento. 

Após a formação das equipes e algumas palestras, iniciou-se o desenvolvimento. Os participantes utilizaram todo o final de semana para desenvolver. No final do evento, no domingo, 5 equipes apresentaram soluções. 

O projeto desenvolvido pela equipe do Matheus, #SuaFotoMudaoMundo, era composto por uma plataforma WEB, que visava facilitar o uso do aplicativo aos usuários afastados de escolas, que só queiram acompanhar os alertas, e trazer algum benefício pelas ações do usuário, que estão colaborando com a sociedade. Assim, eles definiram um sistema de pontuação, que na proposta seriam trocados em organizações parceiras por benefícios, como alimentos, cursos e etc. Todos os projetos desenvolvidos foram colocados em licença aberta.

Para Matheus "a melhor recompensa com certeza foi a experiência adquirida, o contato com outros profissionais, e a chance de trabalhar em sintonia com uma ótima equipe. Além de poder conhecer mais por dentro um projeto em desenvolvimento, e poder colaborar com a melhoria dessa plataforma que busca ajudar a sociedade."

Mais informações em https://www.transparencia.org.br/blog/diversidade-gera-mais-inovacao-na-hackathon-ta-de-pe/#more-223

Com informações da profa. Talita de Paula Cypriano Costa e do próprio aluno

 

 

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