IFSP-BRA conquista premiação na 1ª Olimpíada Brasileira de Educação para as Relações Étnico-Raciais e Indígenas - OBERERI
No dia 11 de março, estudantes e servidores(as) do Campus Bragança Paulista do Instituto Federal de São Paulo participaram da cerimônia de premiação da primeira edição da Olimpíada Brasileira de Educação para as Relações Étnico-Raciais e Indígenas (OBERERI), recebendo medalhas e reconhecimento nacional pelo desempenho na competição.
A equipe do IFSP Bragança Paulista, composta pelas estudantes Fernanda Nascimento de Paula, Camila Mirian Ferreira dos Santos, Ayanna Vidal Nobre e Melissa Sant Ana da Silva Leme, pela docente Mirella Novais de Oliveira e duas servidoras integrantes do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI) - Beatriz Regina Barbosa e Catarina Percinio Moreira da Silva, conquistou o 16º lugar no ranking nacional e a 2ª colocação no estado de São Paulo. O grupo, denominado “Niara Apoena” — nome com origens indígena e africana com etimologia "o que tem grandes propósitos e enxerga longe"— destacou-se ao longo das três fases eliminatórias da olimpíada.
Como resultado da classificação, a instituição também foi certificada com o Selo Escola Antirracista, entregue pela equipe ao diretor adjunto educacional Cristiano Santana Cunha de Oliveira durante a cerimônia de premiação, reconhecendo iniciativas educacionais comprometidas com a equidade racial e a valorização da diversidade.
A OBERERI — Olimpíada Brasileira de Relações Étnico-Raciais, Afro-brasileiras, Africanas e Indígenas — tem como objetivo fomentar a educação antirracista no país. A iniciativa estimula estudantes e professores(as) de escolas públicas a investigarem a História, as Culturas de matrizes africanas e indígenas, além das relações étnico-raciais no Brasil, contribuindo para o enfrentamento do racismo e o fortalecimento da cidadania.
A olimpíada é promovida pela Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as), com apoio do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), e está alinhada à implementação das Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, que tornam obrigatório o ensino da História e Cultura afro-brasileira e indígena nas escolas
Redes Sociais